quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Coitada da Fluminense

Nada se vê
Pela tevê
Pela janela

Lá vai ela
Rio abaixo
E mais um cacho
De gente estranha

Que tem preço de banana

Por que?
Porque quer ser.

Por assim continuar
Por não diferente estar
Por não querer pensar
Se vai assim ao mar
Da cidade fluminense

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